Business Intelligence: O Que É e Como Pode Transformar Seu Negócio

Business Intelligence (BI), ou Inteligência de Negócios, é o uso de práticas e tecnologias para coletar, analisar e apresentar dados empresariais. O objetivo do BI é fornecer uma visão estratégica das operações de uma organização. Assim, as empresas podem tomar decisões mais informadas e eficientes. Com o BI, as empresas se adaptam melhor ao mercado e eliminam ineficiências. A Evolução do Business Intelligence O BI está sempre mudando, adotando novos processos e tecnologias para melhorar o desempenho organizacional. Entre os principais processos do BI, estão: Como o Business Intelligence Impacta as Decisões O BI ajuda as empresas a responderem perguntas importantes e a acompanhar seu progresso em relação às metas. Coletar e analisar dados permite que as organizações formulem estratégias para atingir seus objetivos de forma mais eficiente. A Evolução das Ferramentas de BI No passado, as ferramentas de BI seguiam um modelo tradicional. O departamento de TI controlava o acesso e a análise dos dados. Relatórios eram gerados de forma estática, e a interação era limitada. Hoje, o BI moderno é interativo e acessível. Usuários de diferentes níveis podem personalizar relatórios e painéis com facilidade. Ferramentas de autoatendimento tornaram a análise de dados mais rápida e menos dependente de conhecimentos técnicos avançados. Tendências Futuras em Business Intelligence O BI continua evoluindo, acompanhando as inovações tecnológicas e as necessidades do mercado. A inteligência artificial e o aprendizado de máquina estão cada vez mais presentes. Isso permite que as empresas integrem insights gerados por IA em suas estratégias de BI. Além disso, a visualização de dados e a colaboração entre equipes continuarão a ser essenciais. Conclusão O Business Intelligence é uma ferramenta poderosa. Ele transforma a forma como as empresas operam e tomam decisões. Com o avanço contínuo das tecnologias e a crescente necessidade de decisões baseadas em dados, o BI se tornará ainda mais crucial para o sucesso das organizações. Gostou do texto? Já conhecia o Business Intelligence? Deixe sua opinião nos comentários!
Os 5 erros mais comuns na análise de dados

Introdução Na ciência de dados ou em machine learning, usamos dados para obtermos conclusões significativas por meio de uma análise descritiva, dados também são usados com o objetivo de construirmos modelos capazes de fazer predições em um conjunto de dados incompletos. A confiança de qualquer modelo é determinada pela experiência do cientista e o conjunto de dados utilizados para análise. 1. Objetivos vagos Instaurar o início de uma pesquisa sem antes definirmos nossos objetivos nos levará a uma péssima coleta de dados, resultando em respostas/modelos vagos e não úteis. Não devemos coletar dados com o intuito de respondermos questionamentos do tipo, “como está indo a performance do meu produto?”. Ao invés disso, devemos iniciar nossa pesquisa com hipóteses claras e bem definidas. Por exemplo, “o quão diferente meu produto performa em condições irregulares?”, ou até mesmo hipóteses do tipo, “podemos provar estaticamente que os investimentos feitos em marketing melhoraram as vendas do meu produto?” 2. Assumir que os dados obtidos são perfeitos Dados são fundamentais para análise de dados e machine learning. Dados habitualmente podem ser arranjados em diferentes tipos, como numéricos, categóricos, texto, imagem, áudio e até em vídeo. O poder de predição de um modelo depende diretamente da qualidade de dados utilizados na criação do modelo. Isto é, antes da construção de um modelo é extremamente importante que uma análise exploratória seja realizada, com o intuito de conferirmos se a confiabilidade dos dados é suficiente para nossa análise. Existem diversos fatores que contribuem para a má qualidade de um conjunto de dados: – Dados incompletos – Outliers – Dados redundantes – Falta de variabilidade nos dados – Quantidade de dados 3. Causalidade falsa A temperatura média global vem aumentando nos últimos 150 anos, e o número de piratas está decrescendo a uma taxa considerável. Perceba que não é razoável considerarmos que exista uma dependência entre os eventos, mesmo que exista uma correlação estatística. Habitualmente correlações entre dois eventos nos provoca a acreditar que um evento causou o outro; no entanto, em relação ao nosso estudo percebemos que é a causa de ambos eventos. É importante salientar que correlação não implica causalidade. 4. Cherry Picking A expressão cherry picking expressa a ideia de “escolher a dedo”, isto é, escolher intencionalmente um conjunto de dados ou uma métrica estatística que corrobora com uma suposição inicial. É de natureza humana aceitar dados que favorecem nossas suposições; você acha que ao lançar um produto para um novo segmento de mercado as vendas vão aumentar, e então logo após tal lançamento as vendas apresentam uma melhora considerável. Em muitos casos, inferimos, não conscientemente, que nossa suposição inicial estava correta. Porém, ao analisarmos as vendas considerando todos os segmentos de mercado, percebemos que o novo lançamento não teve um impacto significativo nas vendas do produto. Isto é considerado Cherry Picking, e é um erro que pode ser cometido facilmente, ou pior, intencionalmente. 5. Além dos dados Você formou uma hipótese específica e testável. Você reuniu dados de diferentes fontes, determinou as principais métricas estatísticas que se relacionam com seu objetivo e comparou sua hipótese com os números. Seus resultados são estatisticamente significativos. E agora? Muitas vezes, cientistas de dados concluem suas análises com resultados que não providenciam uma oportunidade de ação. Examine os resultados de sua análise, e em seguida os aplique em seu objetivo principal. O que funcionou? O quê deu errado? Como você vai incorporar esses resultados para guiar seu objetivo principal? Analista/líderes sempre devem dispor de bons insights após uma análise de dados. 6. Conclusão Para que a ciência de dados e o machine learning gerem valor real, é essencial definir objetivos claros desde o início, garantir a qualidade dos dados e evitar erros comuns como a falsa causalidade e o cherry picking. Mais do que apenas obter resultados estatisticamente significativos, é crucial aplicar esses insights de forma estratégica e prática. Na Quanta Jr., valorizamos uma abordagem rigorosa e orientada para resultados, sempre buscando transformar dados em oportunidades concretas para o sucesso dos nossos clientes. Não se esqueça de acessar nosso blog e nossos cases para mais informações sobre o mundo da tecnologia e um pouco mais sobre nossas soluções.